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“Jejum intermitente aumenta risco de infarto”. Não é bem assim…

Essa notícia correu a internet. Mas se baseia em dados altamente questionáveis. Veja por quê.

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 abr 2024, 16h00

O que a notícia dizia
Fazer jejum intermitente, restringindo a alimentação a um determinado período do dia, aumenta em 91% o risco de morte por doenças cardiovasculares. É o que afirma um estudo chinês apresentado em um congresso da American Heart Association.

Qual é a verdade
Primeiro, não há estudo: os cientistas ainda não publicaram nada, só apresentaram informalmente os dados. Há problemas evidentes neles. Os voluntários só registraram seus hábitos alimentares durante dois dias, pouquíssimo tempo.

E a correlação estatística é fraca: as pessoas que restringem sua alimentação a um período de 8h diárias (o grupo que teve 91% mais infartos) correspondem a uma parcela muito pequena, apenas 2%, dos voluntários entrevistados.

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