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O celular de 200 terabytes: mais próximo do que você imagina

A solução definitiva para os avisos de "memória cheia" que assolam seu aparelho.

Por Alexandre Versignassi
24 ago 2018, 13h42 • Atualizado em 19 set 2018, 19h36
  • Mesmo que você guarde todos os seus e-mails, fotografias e contatos na nuvem, ainda pode ser importunado pela falta de memória no celular.

    Cientistas da Universidade de Alberta deram um passo importante para resolver o problema: criaram chips com armazenamento mil vezes maior que os de hoje. A invenção grava 200 terabytes em 10 cm2, área equivalente à de um celular.

    O segredo é a nanotecnologia, que manipula átomos individuais para registrar informações (ou bits). O sistema até já existia, mas só funcionava a muitos graus abaixo de zero. Os canadenses conseguiram trazê-lo à temperatura ambiente – o desafio agora é a velocidade de gravação.

    Átomo por átomo, registrar mesmo que uma mísera fotinho recebida no Whatsapp pode levar horas. Com a vida agitada que os smartphones de hoje em dia levam, qualquer memória – por maior que seja! – não serve para nada se não for instantânea.

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