Oferta Relâmpago: Super por apenas 9,90

Ideia 17: Camelô de comida: legalize já!

O comércio de alimentos na rua gera empregos, aquece a economia e facilita a vida das pessoas. Infelizmente, não é assim no Brasil

Por Redação Superinteressante Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 dez 2013, 22h00 | Atualizado em 31 out 2016, 19h00

Carol Castro

Quem já foi à uma feira em São Paulo sabe que o pastel é um ícone da cultural local. Mas pipoca no Ibirapuera, yakissoba na volta da balada? Tudo ilegal. Fora o pastel, só se pode vender hot-dog nas ruas da cidade. Se o “traficante de comida” é flagrado, perde produtos e equipamentos. No Brasil, essa é a regra, não a exceção: comidas de rua são proibidas na maioria das cidades.

Churrasco coreano, macarrão tailandês, empanada chilena, burrito mexicano, lanche vegetariano. Em qualquer caminhada por Nova York você encontra toda essa diversidade gastronômica nas ruas. A receita desse comércio é saborosa para os EUA: US$ 1 bilhão de faturamento em 2012, e crescimento de 8% ao ano desde 2007, segundo a consultoria IBISWorld. A Associação Nacional de Restaurantes estima que em 2017 o mercado terá 4% das vendas de comida no país. Consumidores e pequenos empresários agradecem. O turismo local, também.

Em Vancouver, no Canadá, uma lei de 1978 só permitia a venda de cachorro quente, pipoca e castanhas. Mas em 2010 a regra mudou e a cidade já tem centenas de vendedores registrados, sem contar os de cachorro quente. Um projeto de lei do vereador Andrea Matarazzo propõe seguir o exemplo e legalizar outras comidas nas ruas de São Paulo. “A lei está defasada, não atende às necessidades da cidade. A ideia é assegurar essa fonte de renda e defender o consumidor”, diz o político. Se pegar, é melhor organizar logo a fila na calçada.

Imagem: GettyImages

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.JANETE

15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas

OFERTA LIBERE O CONTEÚDO

Digital Completo

Enquanto você lê isso, o mundo muda — e quem tem Superinteressante Digital sai na frente.
Tenha acesso imediato a ciência, tecnologia, comportamento e curiosidades que vão turbinar sua mente e te deixar sempre atualizado
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 45% OFF

Revista em Casa + Digital Completo

Superinteressante todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo
De: R$ 26,90/mês
A partir de R$ 14,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).