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Dieta ultraprocessada bagunça totalmente o seu apetite

Estudo confirma pela primeira vez que comida industrializada leva a comer em excesso.

Por Ana Carolina Leonardi Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
27 jun 2019, 16h01 • Atualizado em 11 jul 2019, 16h13
  • Vinte pacientes do Instituto Nacional de Saúde dos EUA participaram de um dos estudos mais interessantes sobre o consumo de comida ultraprocessada já feitos. Por 15 dias, essas pessoas foram divididas em dois grupos. O primeiro recebia três grandes refeições diárias feitas apenas de alimentos minimamente processados. Eles podia comer o tanto quisessem a cada refeição, por no máximo 60 minutos.

      O segundo grupo recebia um prato contendo estritamente o mesmo número de calorias diárias e a mesma proporção de gorduras, proteínas e carboidratos. Mas dessa fez, a refeição era inteira composta de alimentos ultraindustrializados. Novamente, eles podiam comer o quanto desejassem, durante o intervalo de uma hora.

    Ao fim das duas semanas, as dietas eram invertidas entre os grupos, que comiam o novo cardápio por mais 15 dias.

    A pesquisa foi a primeira a mostrar, de fato, que a comida ultraprocessada pode causar diretamente alterações no apetite e na ingestão de calorias. O mesmo paciente que, normalmente, se sentia satisfeito o consumo com 2.600 kcal diárias quando estava na dieta pouco processada passava a comer 500 kcal a mais por dia para se sentir satisfeito comendo alimentos ultraprocessados. A maior parte dessas calorias, é claro, vinha de açúcares e gorduras – a ingestão de proteína permancia a mesma.

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