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Bactéria magnética guia tratamento anticâncer

Micróbio leva remédio até o tumor – e pode ser dirigido de fora do corpo.

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
18 nov 2022, 10h17 •
  • As bactérias Magnetospirillum magneticum produzem cristais de magnetita, um tipo de ferro, e por isso são sensíveis a campos magnéticos, inclusive o da Terra (acredita-se que essa espécie, que foi descoberta na água de um lago em 1963, use o magnetismo para encontrar locais com a concentração ideal de oxigênio para ela).

    Agora, cientistas da Suíça e dos EUA demonstraram que é possível controlar esse micróbio – e usá-lo para combater tumores (1).

    Eles acoplaram as bactérias a lipossomas (nanobolinhas de gordura, que podem transportar uma molécula de remédio dentro), injetaram em ratos de laboratório que tinham câncer, e então usaram campos magnéticos, em volta dos animais, para guiar a M. magneticum dentro deles.

    24 horas depois, havia alta concentração da bactéria nos tumores, mas não no resto do corpo. Ou seja, funcionou. A ideia é desenvolver a técnica como uma quimioterapia de altíssima precisão, e com bem menos efeitos colaterais.

    Fonte 1. Magnetic torque–driven living microrobots for increased tumor infiltration. T Gwisai e outros, 2022.

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