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Podcast Dossiê #6: Cigarro eletrônico

Enquanto as vendas de tabaco caem, as de cigarro eletrônico não param de subir. Mas ele pode ser perigoso - e viciar até mais do que a versão convencional. Saiba por que na nova edição do podcast Dossiê SUPER.

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
19 nov 2019, 15h52 • Atualizado em 5 fev 2020, 13h29
  • A consciência sobre os malefícios do cigarro tem baixado drasticamente o número de fumantes. No Brasil, a queda foi cavalar: de 35% em 1989 para apenas 9% hoje – em grande parte graças ao Instituto Nacional de Câncer, que promove tratamento e medicação gratuitos pelo SUS para quem quer parar de fumar. Isso faz do Brasil um dos países com menor prevalência de fumantes no mundo – nos EUA e no Reino Unido, por exemplo, são 14%. Nos mais tabacófilos, como a Rússia, 40%.

    As gigantes do tabaco, então, têm apostado suas fichas em outro produto: os cigarros eletrônicos. Enquanto a venda de cigarros normais cai, a das versões eletrônicas sobe. Mas e aí? Os cigarros eletrônicos são mesmo um perigo para a saúde pública? Ou podem ser uma alternativa menos danosa pra quem não consegue parar de fumar? Para descobrir, conversamos com a médica Stella Regina Martins, especialista em dependência química do núcleo de pneumologia do Instituto do Coração, e autora do livro “Cigarro Eletrônico: o que sabemos?”

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