Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Oferta Relâmpago: Super por apenas 7,99

A tocha olímpica nunca apaga?

Por Redação Mundo Estranho
18 abr 2011, 18h49 • Atualizado em 22 fev 2024, 11h14
  • Tocha olimpíada

    Apaga sim. E como: já no primeiro dia do revezamento da chama olímpica no Brasil, em maio, ela apagou, apesar de projetada para ser o melhor isqueiro do mundo, pronto para aguentar chuva, ventania e o que mais vier.

    Mas a ideia de fogo eterno (ou quase) tem um fundo simbólico. A chama é acesa no santuário de Olímpia, na Grécia. Mas não vai só para a tocha. Também é passada para um tipo de lampião, que tem combustível para queimar por 15 horas. Quando o gás está para acabar, uma lanterna igual é acesa com a mesma chama. No total, quatro desses lampiões entram no processo para carregar o fogo olímpico. E eles viajam o mundo todo para ficar reacendendo a tocha. Ou melhor: as tochas, já que só desta vez foram produzidas cerca de 12 mil.

    LEIA TAMBÉM:

    – Como surgiram as Olimpíadas?

    – Quais foram as provas mais bizarras da história das Olimpíadas?

    – Quais foram as desclassificações mais ridículas das Olimpíadas?

    – Como a cidade-sede de uma Olimpíada é escolhida?

    Assim, por mais que elas tenham andado de mão em mão e apagado de vez em quando, o fogo que chega ao Estádio Olímpico é o mesmo que fora aceso no santuário por uma atriz vestida de sacerdotisa. Quimicamente, porém, isso não faz sentido: o que determina a característica do fogo é o combustível. Coisa que é substituída o tempo todo. Mas quem liga? O que importa é o simbolismo. Na Grécia Antiga, uma tocha viajava para anunciar que os Jogos estavam chegando e as guerras deveriam cessar. A ideia ressuscitou na Olimpíada de 1928

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login