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Quais foram as piores tragédias já ocorridas no metrô?

A pior de todas essas tragédias aconteceu no metrô de Baku, capital do Azerbaijão (ex-União Soviética): 337 pessoas foram mortas em conseqüência de um incêndio em 28 de outubro de 1995.

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
28 fev 2007, 22h00 • Atualizado em 31 out 2016, 18h24
  • Texto Marcos Nogueira

    O colapso na obra da estação de Pinheiros, em São Paulo, foi um golpe na reputação de um meio de transporte raramente associado a desastres. Embora incomuns, acidentes e atentados já mataram centenas de pessoas desde 1903, quando cerca de 100 passageiros morreram intoxicados por fumaça numa plataforma do metropolitain de Paris.

    A pior de todas essas tragédias aconteceu no metrô de Baku, capital do Azerbaijão (ex-União Soviética): 337 pessoas foram mortas em conseqüência de um incêndio em 28 de outubro de 1995. O fogo atingiu os vagões lotados quando o trem estava entre duas estações – dificultando, assim, a fuga das vítimas. A maioria dos mortos foi envenenada pelo monóxido de carbono que infestou o ar do túnel. Uma pane na rede elétrica e a abundância de material combustível nos vagões – um sucatão herdado do regime soviético – teriam sido as responsáveis pela dimensão do desastre.

    O 2º lugar neste pódio macabro vai para um atentado ocorrido em Daegu, terceira maior cidade da Coréia do Sul, em 18 de fevereiro de 2003. Um homem mentalmente perturbado ateou fogo a um tonel de gasolina dentro de um trem (desprovido de extintores) parado numa estação de metrô. As mortes chegaram a 198: o incendiário Kim Dae Hwan, que sofreu graves queimaduras pelo corpo todo, foi levado ao hospital com outros feridos. Ele sobreviveu, confessou o crime e foi condenado à prisão perpétua.

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