Bem antes das bases tecnológicas, sombras reluzentes, gloss de todas as cores e delineadores dos mais variados tipos, o homem já enfeitava o rosto com substâncias extraídas da natureza. Na Pré-História era comum pintar a região dos olhos e os cabelos com uma planta de tom avermelhado chamada ocre.
Maquiar-se é um costume comum a várias sociedades de diferentes momentos históricos – seja para confrontar o inimigo em uma batalha, distinguir pessoas de classes sociais abastadas, seja para disfarçar a idade e os defeitos da pele. Em algumas civilizações, acredita-se até hoje que as pinturas corporais aproximam os homens de seus deuses, principalmente durante os rituais religiosos.
Mas já houve épocas em que a maquiagem quase foi banida, como na França durante a Revolução Burguesa e na Inglaterra vitoriana, quando a rainha declarou seu uso grosseiro e vulgar.
No começo do século 20, com a valorização da mulher e o crescimento da moda, a maquiagem virou indústria. Gigantes dos cosméticos, como Shiseido e M.A.C., enlouquecem multidões de consumidoras e fazem desse setor um dos mais lucrativos entre os artigos de beleza.
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