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3 campanhas pelo Twitter que não deram certo

Certa vez, o governo sueco decidiu disponibilizar seu @ para a população. Péssima ideia.

Por Manuela Macagnan 21 jan 2013, 22h00 | Atualizado em 22 nov 2018, 15h55

As empresas vivem tentando inventar novos jeitos de usar o Twitter para divulgar suas marcas e produtos – mas isso nem sempre dá certo. Elencamos três situações que deixam isso claro:

Era uma vez uma unha
Empresa – McDonald’s
O que fez – Criou a hashtag #McDstories, convidando o público dos EUA a contar as boas lembranças que tem da lanchonete. Mas os consumidores resolveram fazer o contrário – e só contar histórias ruins, da pessoa que diz ter encontrado uma unha no BigMac até casos de infecção alimentar. O McDonald’s não pôde fazer nada, a não ser esperar que as pessoas se cansassem da brincadeira.

Suécia de peito aberto
Empresa – governo da Suécia
O que fez – Decidiu colocar cidadãos comuns para comandar seu Twitter. O objetivo era mostrar o país sob diferentes pontos de vista e estimular o turismo. Até que a blogueira Sonja Abrahmsson, 27, foi a escolhida e barbarizou: postou mensagens homofóbicas e antissemitas e uma foto de si mesma sem blusa. O governo lamentou o ocorrido, mas não apagou os comentários – alegando que o objetivo do projeto é mostrar todos os lados da sociedade sueca.

Cambada de barbeiros
Empresa – Chrysler
O que fez – Exibiu uma campanha publicitária na TV se orgulhando de sua cidade natal, Detroit. Até que apareceu a seguinte mensagem no Twitter da empresa: “É irônico Detroit ser conhecida como a cidade do carro, porque aqui todo mundo é barbeiro pra c****lho”. A Chrysler disse que sua conta havia sido invadida. E apagou o tuíte.

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