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As músicas estão ficando mais curtas? Veja infográfico.

A Super analisou a média de duração dos hits de cada década, com base nos dados da revista Billboard.

Por Eduardo Lima
29 jul 2025, 12h00

Depende do ponto de referência. Nos anos 1950, quando o rádio ainda era a principal forma de consumir música, era raro ouvir um hit com mais de três minutos de duração. Os artistas focavam em singles, músicas curtas pensadas para estourar nas frequências AM e FM. 

Com a chegada dos Beatles e dos Beach Boys nas paradas de sucesso, o foco começou a migrar para os álbuns, que têm mais coerência e preocupação narrativa.

Nas paradas musicais da Billboard (revista dos Estados Unidos que toma nota das canções mais tocadas), a primeira música do ano a quebrar com o formato de single curto foi Hey Jude, dos Beatles. Maior hit de 1968, esse single cantado por Paul McCartney tem impressionantes sete minutos – bem maior que as músicas do ano que vieram depois. Isso sinalizou uma mudança: as pessoas estavam dispostas a ouvir músicas mais longas, porque elas tinham mais jeitos de ouvir músicas.

A popularização dos tocadores de disco de vinil e dos álbuns aumentou a média de duração das músicas nos anos 1970, 1980 e 1990. As músicas curtas começam a reaparecer desde 2015, influenciada por novas tecnologias e formas de escutar música: o streaming, as milhares de opções na palma da mão, e redes sociais como o TikTok e o Instagram – que criam os novos hits ao disseminar cortes de músicas para novas trends virais.

Infográfico, em fundo creme, com dados sobre a duração das músicas atuais.
(Arte/Superinteressante)
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