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A quantidade de dinheiro de papel já está diminuindo?

Sim. E a "culpa" é do Pix. Entenda.

Por Alexandre Versignassi Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
16 set 2022, 10h55 • Atualizado em 22 set 2022, 16h36
  • Está, sim. Existem R$ 320 bilhões na forma de cédulas e moedas no Brasil (85% circulando, 15% nos cofres dos bancos). Só que já foi mais. Em dezembro de 202o, havia R$ 370 bilhões. E esse foi o recorde histórico – dali em diante, a quantidade passou a cair. “Culpa” do Pix, que estreou em novembro daquele ano.   

    Note que o dinheiro físico representa uma quantidade ínfima do total de reais na economia. Contando depósitos em conta corrente, fundos, títulos públicos etc., há R$ 10,1 trilhões. Ou seja: só 3,2% da grana existe na forma de cédulas e moedas. O resto é tudo bit. 

    Entre as notas, a mais popular é a de R$ 50. São 2,5 bilhões de unidades, que representam R$ 130 bilhões. As moedas, juntas, somam só R$ 10,8 bilhões.

    A quantidade de dinheiro de papel varia porque os bancos entregam ao Banco Central as notas muito gastas que chegam na boca do caixa. O BC, então, devolve a quantia na forma de dinheiro eletrônico. E os bancos só pedem mais cédulas se precisarem. Como a demanda por saques está caindo, eles têm pedido cada vez menos.

    Pergunta de @guxx_art, via Instagram

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