Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Oferta Relâmpago: Super por apenas 7,99

Scanner de gente

Cabine identifica porções mínimas de explosivo com passageiros aéreos.

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
30 nov 2002, 22h00 • Atualizado em 31 out 2016, 18h54
  • Uma cabine detectora de homens-bomba é a mais nova arma americana no combate ao terrorismo em aeroportos. O “scanner de gente” parece um banheiro público ou uma daquelas máquinas automáticas de tirar fotos 3 x 4. Mas, lá dentro, em vez do flash da câmera, o cidadão recebe um sopro de ar, que sai de tubos instalados nas paredes e no teto da cabine. A amostra dessa baforada é coletada e passa por um sensor químico chamado espectrômetro de mobilidade de íon, aparelho que reconhece a “assinatura” química de uma variedade de explosivos. Se o cidadão tiver um mínimo de explosivo em sua roupa ou na pele, um monitor de computador faz as vezes de dedo-duro: entrega a quantidade e o tipo da substância. A tecnologia foi desenvolvida pelo laboratório americano Sandia, em parceria com uma empresa chamada Smiths Detection & Protection Systems – Barringer Instruments.

    O aparelho, batizado de Portal Sentinela II, foi testado em aeroportos, mas é eficiente também em prédios comerciais, campos de futebol, ginásios ou qualquer outro lugar em que haja muito entra-e-sai de gente. O portal pode “escanear” até sete pessoas por minuto. Apesar de o tipo e a quantidade de explosivos passíveis de detecção não serem revelados por questões de segurança, o pesquisador Kevin Linker, do Sandia, afirma que ele encontra níveis mínimos dos “explosivos que interessam”.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login