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Rússia quer voltar à Lua – e explorar ponto nunca visitado pelo homem

Missão irá procurar água no polo Sul - e planejar a construção de uma base

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
21 out 2015, 16h15 • Atualizado em 31 out 2016, 19h07
  • O projeto, que se chama Luna 27, está sendo proposto pela Roscosmos e pela ESA, as agências espaciais russa e europeia – cujo objetivo é voltar à Lua daqui a cinco anos, em 2020. A ideia é enviar um robô para explorar o polo Sul da Lua, onde há regiões que ficam permanentemente no escuro e nunca foram visitadas. Lá as temperaturas são extremamente baixas, o que talvez favoreça a presença de água congelada.   

    A missão seria o primeiro passo de um novo programa espacial, que poderá incluir missões tripuladas e até a montagem de uma base lunar permanente, que a ESA gostaria de construir no lado oculto da Lua (nunca visível da Terra). Além de misterioso, o lado oculto da Lua também é cientificamente relevante – seria ideal para a instalação de um telescópio, por exemplo.   

    Em se concretizando, a nova missão será a primeira ida russa à Lua em 40 anos – a última vez foi em 1976, quando a URSS realizou uma missão lunar não-tripulada pela última vez. Ao contrário dos EUA, os soviéticos nunca pisaram na Lua. Mas foram os primeiros a enviar uma sonda até ela -na missão Luna 2, de 1959-, e os primeiros a enviar um rover (robô com rodas, como os dois que os EUA mantêm hoje em Marte): o Lunokhod 1, em 1970

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