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O que é o QI?

Abaixo dos 55 identificam-se portadores de deficiência intelectual e, no extremo oposto, estão os superdotados.

Por Guilherme Sierra
31 mar 2003, 22h00 • Atualizado em 22 ago 2017, 18h22
  • O quociente de inteligência, ou simplesmente QI, é o mais tradicional sistema de perguntas e respostas utilizado para avaliar a capacidade de raciocínio de uma pessoa. O teste foi criado na França, em 1904, pelo psicólogo Alfred Binet e seu assistente Theodore Simon. O objetivo era ajudar o então Ministério de Instrução Pública francês a dar uma educação adequada às crianças com deficiencia intelectual – identificando em que classes elas deviam estudar. Mas foi somente quando o psicólogo norte-americano Lewis Terman aperfeiçoou o teste, em 1916, que o QI virou uma espécie de padrão mundial de teste de inteligência. Geralmente, as pontuações finais do teste variam de 55 a 145. O QI médio gira na casa dos 100 pontos. Abaixo dos 55 identificam-se portadores de transtornos e, no extremo oposto, estão os superdotados.

    As perguntas procuram detectar se a pessoa é capaz de articular idéias, associar juízos e valores e resolver problemas lógico-abstratos por meio de comparação de figuras geométricas, análise de dados e cálculos. Ficam de fora disciplinas como história, biologia e o chamado “conhecimento geral”. Atualmente, os psicólogos encaram o QI como apenas mais um fator na avaliação da inteligência. “É que outros dados, como a inteligência emocional, contam muito hoje em dia”, diz o neurofisiologista Luís Eugênio Melo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

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