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Mito da caverna

A primeira é vê-la como vilã, associando-a, como fez Platão, ao mundo das trevas.

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
30 jun 2001, 22h00 • Atualizado em 31 out 2016, 18h50
  • Hamilton dos Santos

    Já que é mesmo impossível fugir dela, restam duas maneiras de encarar a sombra. A primeira é vê-la como vilã, associando-a, como fez Platão, ao mundo das trevas. A segunda, é tomá-la como heroína, transformando-a, como Tales de Mileto, numa ferramenta auxiliar na produção do saber. Contrapondo essas duas perspectivas em seu curioso e excitante A Descoberta da Sombra (Companhia das Letras), o italiano Roberto Casati, estudioso da percepção e da representação espacial, leva o leitor a enxergar algo que os bons pintores sempre souberam: em vez de esconder, as sombras revelam.

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