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Governo dos EUA abandona experiências científicas em chimpanzés

50 últimos animais serão libertados e enviados para santuários

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
7 dez 2015, 12h30 • Atualizado em 31 out 2016, 19h05
  • O National Institutes of Health (NIH), que reúne 5.200 cientistas e é o principal órgão de pesquisa do governo americano, anunciou que não irá mais fazer experiências em chimpanzés – e os últimos 50 animais serão libertados e enviados para santuários. Segundo o NIH, os chimpanzés estavam sendo mantidos como reserva de segurança, para a realização de testes de vacinas no caso do surgimento de alguma grande epidemia, que fosse classificada como “emergência de saúde pública”.

    A medida é uma ação voluntária do governo, ou seja, não impede que empresas privadas mantenham e utilizem chimpanzés em testes científicos. Mas isso está sujeito a regras mais rígidas. Neste ano, os chimpanzés de cativeiro foram incluídos na lista de animais ameaçados de extinção – o que estabelece restrições a testes científicos. Os chimpanzés só podem ser utilizados em testes que “possam beneficiar a população de sua própria espécie”, ou seja, ficam proibidas experiências com medicamentos e vacinas para humanos.  

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