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Cortinas de micróbios melhoram a qualidade do ar

Algas microscópicas foram acopladas às janelas na Irlanda para absorver Co2.

Por Ana Carolina Leonardi Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
4 jan 2019, 15h36 • Atualizado em 4 jan 2019, 15h37
  • Você moraria em um prédio com cortinas vivas? Pois foi essa ideia inusitada de design urbano que o governo irlandês topou testar em um dos seus prédios na cidade de Dublin. Camadas semitransparentes de bioplástico, cada uma com 6 metros de comprimento, cobriram as janelas de dois andares contíguos. Cada uma delas continha uma espécie de tubo interno, no topo da cortina, recheado de algas microscópicas.

    O ar entrava por baixo e era submetido a uma filtragem. Poluentes ficavam presos. E as algas transformavam CO2 em oxigênio dos melhores, liberando ar de mais qualidade pela abertura superior da cortina.

    O design foi experimental, mas eficiente: conseguia “reciclar” o equivalente a um quilograma de dióxido de carbono por dia. Essa é a mesma capacidade de 20 árvores grandes – com a vantagem de que a cortina, por mais estranha que seja sua aparência, não ocupa espaço algum.

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