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Baratas: as rainhas da evolução

Nos anos 90, achamos que elas estavam vencidas. Mas a barata parece ser o único bicho que se recusa a ser conquistado pelo estômago.

Por Ana Carolina Leonardi Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
21 jul 2019, 17h25 • Atualizado em 8 ago 2019, 12h07
  • Você provavelmente ficou sabendo da notícia: baratas estão se tornando imunes a inseticidas. Mesmo o rodízio de produtos químicos, feito justamente para reduzir o problema da resistência química, não são suficiente para barrar a adaptação desses insetos – em um só estudo, cientistas viram uma geração de baratas se tornar resistente até aos químicos aos quais nunca tinham sido expostas.

    Lamentamos dizer que a situação é pior do que parece. A barata não sobrevive há 300 milhões de anos à toa – é expert das maiores quando o assunto é adaptação.

    Nos anos 1990, uma das melhores ferramentas de dedetização, aclamada como “o fim das infestações de barata”, era uma isca doce, que viciava as baratas no açúcar, e aí as envenenava. Morreram quase todas. Algumas gerações depois, elas voltaram e a isca perdeu 100% o efeito.

    O motivo? A linhagem que restou, selecionada pelo veneno, tinha se tornado açúcar-fóbica, e sabores doces eram registrados como amargos para elas. Darwin ficaria orgulhoso.

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