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A alface urbana

Ela é cultivada dentro das cidades, em galpões controlados por robôs - e chega à sua mesa no máximo 2 horas depois de colhida.

Por Bruno Garattoni Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
21 abr 2019, 18h45 • Atualizado em 23 abr 2019, 19h35
  • Se você costuma comprar alface, sabe como é comum ter de jogar pedaços fora. Ela estraga rápido, inclusive porque vem de longe e já chega à sua casa meio murcha. Mas, no exterior, já existem empresas com uma resposta para isso: o cultivo urbano de alface. A pioneira foi a japonesa Innovatus, que em 2016 inaugurou um centro de produção com capacidade para gerar 12 mil pés de alface/dia – e entregá-los aos supermercados de Tóquio em no máximo duas horas após a colheita.

    Nos EUA, a principal empresa do ramo é a Bowery Farming, cuja “fábrica de alface” fica em Nova Jersey, na periferia de Nova York. Trata-se de um galpão com iluminação de LED e dezenas de milhares de prateleiras para plantio de alface, com sistemas automatizados de irrigação, colheita e transporte da verdura. “Nós somos cem vezes mais produtivos que a agricultura tradicional na mesma área de terra”, diz Irving Fain, CEO da empresa. A alface Bowery é cultivada sem agrotóxicos e custa US$ 3,99 – preço comparável ao da alface orgânica tradicional.

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